maos_unidasVamos imaginar que um amigo meu, por alguma razão precisa da minha ajuda, só que eu estou desprevenida e naquele momento não tenho como ajuda-lo, mas ele é meu amigo e como tal, não posso ficar indiferente! Minha reação é, imediatamente, tentar encontrar uma forma de ajudar esse amigo, é aí que eu me lembro que tenho um outro amigo e que ele, com certeza, não vai me deixar na mão!
É quando surge uma outra situação… Aliás, isso até parece a “Lei de Murphy” (quando uma coisa dá errado, mais um monte delas também dá…).
Pois bem, recorrendo a este outro amigo, fico sabendo que ele não quer me ajudar porque a hora, também, não é apropriada. O que fazer?
Eu explico o que está acontecendo, insisto por ajuda e meu amigo, por ser meu amigo e ao mesmo tempo, para se ver livre de mim, acaba atendendo ao meu pedido e no final, todos ficam felizes!

Amigo é amigo e nunca deveria ser considerado importuno, não é mesmo? Mas acontece que tem vezes que nos vimos numa verdadeira “saia justa” e no afã de querer ajudar a um amigo, nos tornamos inconvenientes ao outro… Isso é inevitável, afinal, amigo não é pra essas coisas?

Quando Jesus nos ensinou a oração do Pai-Nosso, logo a seguir, nos incita a orar. Só que, entre uma coisa e outra, tem uma parábola no caminho; a do “Amigo Importuno” (Lucas 11:1-10).

Ahhh meu amigo (a), se Ele me aconselha a orar, me ensina como devo orar e que devo ser insistente, é porque já sabia que haveriam situações em que você iria se sentir importuno, então, não se preocupe, tem alguém que, mesmo sem condições está lutando para te socorrer, e se você é a pessoa que foi incomodada, lembre-se que amanhã a moeda pode inverter.

Conclusão, precisamos fazer pelos outros aquilo que queremos que façam para nós, porém, é necessário orar com perseverança porque Deus nunca nos considera incômodos.